Trabalho remoto: o que vem a seguir?

Trabalho remoto: o que vem a seguir?

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Acompanhe esse conteúdo e veja tendências e ideias daqui para frente, que já sabemos que o trabalho remoto é possível, rentável e promoveu novos modelos de atuar profissionalmente.

Trabalho remoto no Brasil

Conforme dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), 11% dos trabalhadores fizeram home office ao longo de 2020. As informações foram compartilhadas em abril de 2021 e apresenta porcentagem em relação aos 74 milhões de profissionais que continuaram a trabalhar durante a crise.

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As áreas que mais adotaram o trabalho remoto foram educação, setor financeiro e comunicação. Além disso, todos eles pertencentes a instituições privadas, chegando a representar 51% dentro do mesmo estudo do Ipea.

Já em relação à faixa etária, a pesquisa mostrou os profissionais de 30 a 39 representam a maioria em home office, sendo 31,8%.

O setor público também acompanhou a tendência e adotou o trabalho remoto. Então, dentre as instituições federais, 40,7% dos trabalhadores ficaram regime de home office, estadual atingiu 37,1% e municipal, 21,9%.

O que as empresas dizem sobre home office?

Todos os números citados acima demonstram como uma boa parte dos os gestores e executivos brasileiros escolheram preservar a saúde dos colaboradores e dos negócios, aderindo o home office. Mas, neste novo cenário, o que os empresários esperam? Veja algumas informações atuais.

  • Conforme a pesquisa da consultoria McKinsey & Company, feita com 800 executivos no mundo, a tendência é o modelo de trabalho híbrido;
  • Já o estudo da consultoria Mercer, feita com 819 gestores, mostra um interesse de 83% dos empregados em algum tipo de flexibilidade no trabalho;
  • De acordo com a pesquisa da Cushman & Wakefield, 74% dos executivos de multinacionais afirmam que a intenção é manter o home office;
  • O Twitter foi um pioneiro na adoção do trabalho remoto. O CEO, Jack Dorsey afirmou que, para colaboradores que ocupem cargos que possibilitam mobilidade, o teletrabalho será permanente.
  • Entretanto, a pesquisa da KPMG feita entre julho e agosto mostra que ainda há muitas empresas que preferem o modelo totalmente presencial, já que 52% das companhias do estudo desejam que a operação presencial retorne ainda em 2021.

Desafios do trabalho remoto

Sabemos que no início as empresas foram pegas de surpresa e tiveram que superar obstáculos incomuns, como falta de equipamento que permitisse a mobilidade, falta de experiência com o modelo remoto e pouco tempo para se organizar.

E, ao longo dos meses, a maioria das instituições conseguiu se adaptar. Assim, as empresas buscaram auxílio tecnológico, especialmente, para poder continuar com as atividades de maneira assertiva.

Contudo, ainda há alguns pontos que as organizações precisam se adequar, para que o trabalho remoto seja continue dando certo. Entenda quais são:

  1. Melhorar recursos tecnológicos e conectividade;
  2. Equilíbrio entre vida pessoal e o trabalho;
  3. Aperfeiçoamento da comunicação;
  4. Melhor performance do RH;
  5. Líderes mais preparados.

Além disso, a saúde mental tem sido uma preocupação, já que o home office pode aumentar a jornada de trabalho. Conforme pesquisa do Instituto de Psiquiatria da USP, trabalhar em casa elevou em até 65% o período em atividade. As mulheres sofreram maior sobrecarga, segundo o estudo.

Já uma pesquisa realizada pela plataforma Workana demonstra que as empresas vão precisar de certas habilidades para continuar com o home office. Então, veja alguma delas:

  • Inovação
  • Gestão de tempo e tarefas
  • Autonomia
  • Liderança

O que os profissionais dizem sobre o home office?

Falamos bastante do ponto de vista dos empreendedores e executivos, mercado e tendências mundiais, mas o que os profissionais pensam do trabalho remoto?

Ainda conforme pesquisa realizada pela Workana, os colaboradores participantes acreditam que é possível cumprir seus objetivos profissionais no modelo home office.

E, o trabalho remoto tem sido um diferencial na hora de se candidatar a uma vaga ou escolher entre duas ofertas de emprego.

Alguns dados demonstram esse interesse dos profissionais pelo trabalho remoto e valorização dos empregos que proporcionam esse modelo:

  • 96,7% dos profissionais afirmam que o home office será um diferencial no momento de escolher onde querem trabalhar;
  • 60% dos trabalhadores se sentem mais produtivos no home office, mostra pesquisa da Brand Gym;
  • 91% acreditam que. ao apresentar resultados, demonstram como é possível realizar tudo sem precisar trabalhar exatamente 8 horas por dia, todos os dias, em um escritório;
  • 94,2% dos participantes afirmam que gostariam de continuar trabalhando remoto depois da pandemia.

Conclusão

Com a flexibilização provocada pelo avanço da vacinação, a economia tem ganhado um respiro e as empresas voltam a operar com certa normalidade. Entretanto, o mercado mudou bastante ao longo de um ano e meio de crise mundial e o trabalho foi fortemente modificado.

O trabalho remoto provocou melhorias significativas para as empresas e, ao mesmo tempo, apontou desafios nunca ante vistos. A falta de metodologias capazes de acompanhar tendências foi uma delas, isso muito impulsionado pela ausência de tecnologia aplicada aos processos.

Então, o RH, especialmente hoje, demonstrou ser um grande aliado das empresas e dos trabalhadores, auxiliando no home office, no modelo híbrido e no presencial.

De todo modo, é necessário automatizar alguns processos, melhorar a performance do setor e proporcionar atuais meios de atuação no RH, a fim de promover uma relação assertiva entre empresa e colaborador em qualquer que seja o modelo de trabalho.

Curtiu esse conteúdo? Leia também: Métodos Ágeis no RH: conceito e aplicação

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