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Quais são as tendências de RH e como melhorar o setor em 2022? Estamos nos meses finais deste ano e é comum que muitas empresas e profissionais de recursos humanos já estejam pensando em como melhorar a atuação nos próximos 12 meses. 

Ao longo de 2021, falamos sobre transformação digital, eSocial, métodos ágeis e outros temas pertinentes. E já estamos mapeando quais são as tendências daqui para frente. 

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Por isso, tendências de RH em 2022 é o tema que vamos tratar hoje com nosso especialista, gerente de projetos Felipe Faustino. Acompanhe a entrevista na íntegra.

Especialista em projetos tecnológicos para RH Felipe Faustino

1. Como gerente de projeto na área de RH, quais são os recursos tecnológicos utilizados em 2021 que vão ser tendências em RH no ano de 2022? 

Devido a pandemia, muitas empresas tiveram que se adaptar ao home office, com isso se fez necessário a adoção de softwares que permitissem atender a todas as necessidades da empresa e aos colaboradores que estão trabalhando de forma remota, sem perder o controle e agilidade. 

Desse modo, o RH adotou softwares de comunicação online, salas de reuniões virtuais, controle operacional e demais ferramentas fundamentais para o dia a dia. 

Então, acredito que essas ferramentas que possibilitam uma rotina produtiva e controlada estarão em alta no próximo ano, principalmente àquelas que elevam a área de gestão. 

2. E quais outras ferramentas que serão tendências em RH?

Acredito que serão as ferramentas de controle de custo e softwares que melhoram a gestão, bem como recursos de people analytics, controle de ponto e assinaturas digitais. O Portal RH é uma dessas soluções. 

3. Em quais recursos as empresas devem investir em 2022, a fim de aprimorar a atuação do RH? 

Uma tendência que será forte é o investimento em softwares que permitam o controle do custo dos colaboradores detalhadamente por equipes, projetos ou produtos.  

Além disso, para um bom acompanhamento dos colaboradores a área de recursos humanos precisa trabalhar com dados consistentes, afim de garantir a qualidade da equipe. 

4. Qual sua sugestão para os profissionais de RH elevarem a capacitação e melhorarem a atuação em 2022?

O RH pode realizar pesquisas de clima organizacional, avaliações de desempenho e o próprio people analytics que auxilia bastante em compreender o envolvimento dos colaboradores com gestores e equipes. 

Assim, a partir desses dados, os recursos humanos podem investir em programas de treinamentos de maneira assertiva. Essas ações ajudam a empresa a promover os pontos necessários e garantir a evolução do quadro funcional e retenção de talentos. 

5. Há tendências em RH, recurso ou método que simplifique o envio das obrigatoriedades ao eSocial? 

Existem recursos de envio de eventos do eSocial combinados com ferramentas de workflow, os quais podem agilizar o processo de envio. 

Essas soluções realizam o trabalho de forma automática. Assim, os profissionais de RH conseguem ser mais estratégicos e se preocupam apenas com o retorno que será recebido por e-mail. 

Dessa maneira, a rotina é dinamizada, o setor não perde tempo com atividades repetitivas e consegue entregar as obrigatoriedades corretamente ao eSocial.

“Antes as empresas só se preocupavam com o operacional. Agora o foco está mais voltado à gestão”

6. Qual área do RH você enxerga que vai obter maiores investimentos em 2022?

Área de gestão, possivelmente, obterá maior atenção, especialmente porque as empresas viram nesse período de adaptação ao novo normal que a gestão é fundamental para os negócios. 

Entre as ferramentas que podem receber investimentos, estão: softwares de gerenciamento de colaboradores, planejamento, para controle de pessoas, assinaturas digitais e transferência de documentos. 

7. Ao longo de 2021, muito se falou de home office e trabalho flexível. Você acredita que este tema vai persistir em 2022? Como que o RH poderá se reinventar nessa tarefa?

Sim, vai persistir, pois as empresas enxergaram potencial nesse modelo. Antes, o mercado até cogitava a ideia de adotar um home office, trabalho híbrido, mas ainda havia resistência.  

Então, forçado pela pandemia a adotar esse modelo, percebeu que o trabalho remoto é totalmente possível e, até mesmo, melhor que o presencial. 

Desse modo, o RH entra como um facilitador para os colaboradores e empresas e ele pode se reinventar ao automatizar ainda mais algumas tarefas e adotar um RH baseado em dados e planejamento por meio do auxílio da tecnologia. 

8. Também falamos bastante de transformação digital, gamificação e sistemas de gestão. Como você enxerga o futuro desses recursos no próximo ano?

Realmente a transformação digital chegou para ficar, mesmo entre as empresas de pequeno forte. E isso significa aplicar cada vez mais conceitos digitais nas tarefas e na gestão. 

Portanto, para 2022, acredito que estará em alta a utilização de softwares para RH que possibilitem cálculos de custos e análise de resultados. 

Além disso, a computação em nuvem será ainda mais adotada pelo setor, com a finalidade de melhorar o armazenamento, elevar a segurança de dados e melhorar a organização das obrigatoriedades trabalhistas. 

É importante citar que com os sistemas para o setor de RH permitem uma melhor gestão. Antes as empresas só se preocupavam com o operacional. Agora o foco está mais voltado à gestão e em seus dados; não mais somente na rotina. 

9. Por fim, como que você enxerga os recursos humanos nas empresas em 2021 e como você acredita que estará em 2022? 

Hoje, o setor de recursos humanos nas empresas está em expansão, principalmente por sua atuação estratégica desde 2020 e a necessidade de se adaptar a um novo cenário de trabalho e liderança. 

Então, acredito que haverá continuidade e expansão do setor unido a essas tecnologias que cresceram durante a pandemia.  

Além disso, haverá investimento em ferramentas que possibilitam não somente atender às necessidades operacionais, mas atendam também as necessidades de gestão. 

O foco será na análise de dados a fim de potencializar o gerenciamento, acompanhar a evolução dos colaboradores e medir o clima organizacional. Com isso, promove-se um trabalho mais qualitativo e um RH mais ativo e estratégico.

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