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A linguagem cria nossas realidades e está está em constante modificações. O idioma sempre mudou, não só a grafia. As palavras e seus significados também estão sujeitos a isso. Acompanhe abaixo nosso mais novo artigo sobre a linguagem inclusiva: o que é, como aplicar.

Essa mudança também significa que a forma como tratamos as pessoas por escrito pode ser usada para excluir ou incluir grupos diferentes.

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Embora o masculino genérico fosse entendido como ”todos os significados”, essa visão mudou nos últimos anos. Até porque um grande número de estudos tem mostrado exatamente isso.

O sistema binário predominante dos sexos, ou seja, masculino e feminino, está cada vez mais se abrindo e, portanto, devem ser encontradas maneiras de abordar as pessoas que não se localizam nesse parâmetro.

Então, por mais diversificada que sua organização seja, os colaboradores também são diversos. E essa diversidade deve ser levada em consideração na comunicação.

Afinal, colaboradores diferentes têm necessidades diferentes. Sejam os pronomes usados, a língua em que escrevemos algo ou quais termos são usados.

Hoje, a Starsoft vai te mostrar um pouco mais sobre esse universo!

O que é linguagem inclusiva?

Em uma definição mais prática, a linguagem inclusiva possui o objetivo de ajudar a garantir que todas as pessoas sejam igualmente incluídas e acolhidas gramaticalmente.

Aspectos como gênero, deficiência, raça e idioma são levados em consideração pela linguagem inclusiva. Por isso, deve ser equitativa em termos de gênero, não discriminatória e compreensível.

Para implementar esses requisitos, são usados meios de linguagem com igualdade de gênero, linguagem neutra, de sinais, traduções para outras línguas, entre outras.

A linguagem inclusiva não é uma linguagem nova, é mais como uma caixa de ferramentas para envolver linguisticamente todas as pessoas.

Ao usar uma linguagem apropriada ao gênero e não discriminatória, os modelos estereotipados de papéis podem ser superados e o desrespeito pode ser reduzido.

Além disso, uma linguagem abrangente e inclusiva promove uma coexistência respeitosa e apreciativa livre de clichês.

Ou seja, estamos nos referindo à linguagem utilizada em e-mails, materiais de marketing, mídias sociais, sites e outras formas de comunicação.

Mas, também é importante entender como a linguagem é fluida. O significado e as conotações das palavras podem mudar rapidamente.

Então, é mais do que importante aplicar princípios de linguagem inclusivos em vez de aprender frases apropriadas específicas, pois o significado delas pode mudar com o tempo.

Todavia, se você planeja implementar a linguagem neutra em seu ambiente organizacional, é importante lembrar: não presuma que uma pessoa representa todos os membros de uma comunidade, mas reconheça sua experiência e conhecimento como membro dessa comunidade. 

Como aplicar a linguagem inclusiva?

Aqui estão algumas práticas recomendadas e diretrizes gerais para a comunicação que refletem o compromisso das empresas com a equidade e a inclusão de seus colaboradores:

  • Busque por maneiras autênticas para incluir, retratar e integrar questões de equidade e inclusão para os mais diversos públicos de seu ambiente;
  • Evitar a utilização e propagação de termos ofensivos e depreciativos para se referir aos colaboradores, membros de outras equipes, parceiros e clientes. Se você não tem certeza se um termo é depreciativo, é importante se informar de forma apropriada;
  • A terminologia que se refere a atributos ou identidades como raça, gênero, orientação sexual, status socioeconômico, deficiência, religião, idade ou condição migratória;
  • Por outro lado, há momentos em que observar a identidade ou atributo de uma pessoa pode ser uma afirmação e reconhecimento importante e precisa ser incluído;
  • Considerar o contexto também é essencial. Por exemplo, você incluiria uma determinada característica ou identidade? Usaria o termo ‘’aquele colaborador negro’’ ou ‘’a recepcionista lésbica’’ em algum contexto?
    • Uma dica importante: em quase nenhum contexto ela se aplica;
  • Se for relevante e importante distinguir elementos da identidade de uma pessoa, concentre-se na pessoa, não na identidade. Por exemplo:
    • ‘’Um colaborador com síndrome de Down’’ não é a mesma terminologia que ‘’um colaborador Down’’;

É fundamental também….

  • Também, se possível, seja o mais específico para descrever as pessoas.
  • Em caso de dúvidas, pergunte a uma pessoa como ela gostaria de ser identificada, o que inclui os pronomes de sua preferência.
  • É importante também consultar o guia de estilo apropriado para o tipo de escrita que você está fazendo para determinar a melhor forma de identificar os nomes próprios de nacionalidades, povos e raças;
  • Tenha um espaço para a identidade capaz de entender a identidade complexa de uma pessoa e a complexidade das diferentes comunidades. Isso porque um colaborador seu possa ser uma pessoa que usa uma cadeira de rodas, faça parte das comunidades lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros e ainda tenha uma etnia diferente;

Em casos de identidade de gênero

A identidade de gênero de um indivíduo pode não estar de acordo com as expectativas sociais sobre o gênero com base na anatomia e aparência, ou com o gênero atribuído a esse indivíduo no nascimento.

Como gestor, é importante estar ciente de que há indivíduos que se identificam como transgêneros e outros que não se identificam com o ”binário de gênero”, ou seja, homem ou mulher.

Então, quando não estiver claro quais pronomes e substantivos com gêneros, se houver, podem ser usados apropriadamente para um indivíduo, pergunte a esse indivíduo e respeite seu.

Alguns indivíduos podem preferir o uso de conjuntos recentemente construídos de pronomes neutros de gênero ou substituir pelo gênero oposto (ele, dele ou ela,dela).

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