Ouvindo a voz do colaborador: diversidade, equidade e inclusão

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Impulsionadas pelas mudanças sociais e mercadológicas, atualmente, as empresas têm se preocupado em criar um ambiente com maior diversidade para aos colaboradores, promovendo a equidade e inclusão.  

Diante dessa realidade, os profissionais de RH passaram a contribuir para a integração e implantação de práticas inclusivas. 

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Além de ouvir a voz do colaborador e ter diversidade nas equipes, a diversidade nas organizações também gera vantagens perante o mercado, como o aumento da competitividade. 

E, por mais que esse não seja um assunto novo, ainda há dúvidas sobre diversidade, equidade e inclusão. Então, vamos juntos entender melhor o tema?  

O que é diversidade? 

O conceito de diversidade está diretamente atrelado à criação de ambientes integrados por diferentes grupos da sociedade, refletindo a pluralidade do país.  

Assim, em relação ao Brasil, essa diversidade reflete principalmente as diferentes etnias, cores, classes social e culturas. Contudo, essa inclusão amplia-se a outros contextos sociais, como orientação sexual, gênero e deficiência, havendo uma convivência múltipla, que incentiva o respeito. 

Para entender como ter um ambiente diverso e inclusivo, é necessário ir mais afundo no tema. Dessa forma, compreender minimamente as estruturas sociais que dificultam determinados indivíduos a terem acesso a alguns espaços. 

Esse impedimento ocorre por diferentes motivos. Contudo, os mais comuns de serem identificados são história de opressão a um grupo e marginalização de determinada comunidade. 

Com isso, entende-se que é, um reflexo do problema estrutural. 

A palavra “Estrutural” vem do latim “structura”. Portanto, resultam de uma inadequada organização daquilo a que se referem.

Em relação à sociedade o nome é dado, pois existe determinadas normas estruturadas com base na discriminação. 

Assim, para muitas pessoas, essas normas vão além de moldar o comportamento, elas interferem nas escolhas e performance.

Frequentemente, interfere na aparência, orientação sexual e demais impactos na vida desses indivíduos, fazendo com que se sintam impotentes e inadequados. 

Dessa forma, essas pessoas se sentem pressionadas a cumprirem com os padrões sociais, a fim de que elas se encaixem na norma.  

Aqueles que não se “adequam” são marginalizados, ou seja, vivem à margem da sociedade. Portanto, esse grupo é conhecido como “minorias sociais”, uma realidade vista no cotidiano de pessoas negras e indígenas, mulheres e pessoas LGBTQIA+. 

Os indivíduos que tem algum tipo de deficiência também são vítimas dessa exclusão, pois não existe acessibilidade. 

O que são minorias? 

Atenção, apesar de algumas vezes coincidir de um grupo minoritário ser de fato a menor parte da população, o termo “minoria social” não se refere ao fator numérico. Afinal, refere-se à situação de desvantagem que está na sociedade. 

Conforme o site Politize, a minoria se estabelece como “as relações de dominação entre os diferentes subgrupos na sociedade e o que os grupos dominantes determinam como padrão que delineiam o que se entende por minoria em cada lugar”. 

Por isso, é importante falar sobre diversidade e entender as diferenças. Então, a partir dessa ação, é promove-se a inclusão e diminui os impactos negativos. 

Além disso, a cultura da diversidade ajudar a tornar a sociedade e impulsiona ambientes com mais equidade, como em relação a espaços com mais acessibilidade e adequação a pessoas com algum grau de deficiência. 

Alguns dados sobre inclusão no Brasil 

As entidades ao redor do mundo já deram os primeiros passos para a diversidade, inclusão e equidade, mas não o suficiente.

Desse modo, veja alguns dados importantes demonstram essa disparidade. 

  • No ritmo atual, seriam necessários 95 anos para mulheres e homens atingissem situação de plena igualdade no Brasil. O dado é do estudo realizado pelo Fórum Econômico Mundial. 

  • Segundo estudos, crianças com Síndrome de Down ficam isoladas por não aceitação no ambiente escolar. Assim, impactando por vezes quando jovens, o que cria dificuldade em conseguir emprego. 

  • Segundo o Mapa da Violência de 2016, 42.291 pessoas foram vítimas de homicídio no Brasil em 2014. Destas, 70,5% são negras. 

  • Conforme pesquisa do IBGE em 2019, a participação das mulheres no mercado de trabalho aumentou pelo 5º ano seguido. Contudo, continuam ganhando menos que os homens e ocupando, cada vez menos, cargos gerenciais. 

  • Dados da Síntese de Indicadores Sociais 2019 do IBGE mostram que, em 2015, 12,8% dos negros entre 18 e 24 anos chegaram ao nível superior. 

  • Conforme matéria da Agência Brasil, em 2015, o percentual de alunos pobres nas universidades públicas passou de 6,2% para 8,3%, enquanto nas pagas subiu de 0,8% para 4%. 

  • De acordo com o levantamento feito pela Center for Talent Innovation, 61% dos colaboradores LGBTQIA+ optam por não revelar sua sexualidade a gestores e colegas de equipe 

Benefício da diversidade para empresas 

A princípio, citamos que um dos pontos positivos da diversidade para as empresas é a vantagem competitiva no mercado, certo? Mas, existem outros benefícios.  

Então, acompanhe a lista! 

Obtenha melhores resultados 

Pluralidade nas equipes gera maior contribuição, mais ideias e maior participação, além de diferentes pensamentos. Frequentemente, tudo isso é bastante benéfico para o sucesso das tarefas. 

 Ao adotar uma política de equidade, em que há profissionais diferentes, o ambiente de trabalho se torna mais cooperativo e, consequentemente, estimulante para os colaboradores. 

Equidade exige o reconhecimento das desigualdades existentes entre os indivíduos para assegurar o tratamento desigual aos desiguais na busca da igualdade (Fonte: Politize

#Atenção: Desde já, os líderes precisam compreender bem o conceito de equidade. 

Supere a concorrência 

Segundo a Forbes, organizações que incentivam a cultura inclusiva e da diversidade tem 33% mais chances de superar seus concorrentes. Além disso, tem 87% de chance de tomar melhores decisões. 

Assim, vale citar que as empresas que conseguiram se superaram enxergaram no RH a capacidade de envolver as lideranças nessa agenda da diversidade. 

Melhor imagem interna e externamente  

Importar-se com as mudanças sociais e refletir isso na conduta da empresa eleva a imagem positiva, tanto internamente quanto perante o mercado externo e para consumidor.  

Além disso, respeitar a diversidade, estimular a inclusão e equidade é assumir uma postura consciente e responsável. Por fim, tudo isso é bastante agregador à imagem da empresa perante a sociedade. 

Como haver diversidade corporativa? 

Um dos pontos importantes para haver diversidade no ambiente corporativo é a crença de que experiências diferentes promovem riqueza para as equipes.  

Esse é um primeiro passo, que contribui para resultados melhores para as empresas, além da qualidade do serviço/produto, pois é desenvolvido a partir da pluralidade. 

Contudo, é imprescindível que haja o envolvimento da gestão nesse processo de diversidade, inclusão e equidade. Logo depois, tenha também essas características na liderança. É bem difícil impulsionar mudanças estruturais e sistêmicas nas empresas sem o envolvimento das pessoas tomadoras de decisão e sem o engajamento em toda a equipe. 

Já na prática, o RH tem um papel relevante na criação de oportunidades para uma diversidade corporativa. Mas, como? 

Papel do RH 

O departamento de Recursos Humanos, de diferentes maneiras, pode incentivar a cultura da diversidade nas empresas.  

Uma dessas formas é a construção inclusiva das equipes. Como fazer isso? Atente-se a algumas sugestões nossas: 

1. Avalie o quadro de colaboradores 

A princípio, a análise do quadro de colaboradores na empresa possibilita que os profissionais de RH e também gestores entendam como as equipes estão compostas.

Principalmente em relação à equidade, ou seja, se há equilíbrio nas contratações. 

2. Invista em uma cultura organizacional inclusiva 

Sabemos que a cultura organizacional é o conjunto de “peças” que guiam o comportamento das equipes, ou seja, suas crenças, valores, políticas, dentre outras definições. 

Portanto, utilize a cultura organizacional para incentivar a diversidade por meio de ações internas, como divulgação do tema a partir da comunicação interna. 

O RH tem um papel fundamental nessa comunicação interna e cultura organizacional inclusiva. Além disso, a partir dessas tarefas, os profissionais da área ficam atualizados. 

3. Diversidade do recrutamento e seleção 

Lembra que citamos o diagnóstico do quadro de colaboradores? Então, se a análise não foi tão positiva, é no recrutamento e seleção que isso pode ser mudado! 

Afinal, a inclusão e equidade são reflexo de processos seletivos com diversidade.

Por isso, o RH precisa deixar de lado preconceitos na seleção dos currículos. 

Discriminações não podem fazer parte desse processo. Afinal, um RH inclusivo tem noção da importância de ter oportunidade para todos. 

Atualmente, profissionais de RH conscientes sabem que não pode haver discriminação nos processos seletivos em relação à orientação sexual, identidade gênero e performance de gênero. 

Mas, de nada adianta apenas ter um processo seletivo diverso e inclusivo. Essas boas práticas precisam refletir em contratações com diversidade, inclusão e equidade. 

“Diversidade é convidar para o baile. Inclusão é chamar para dançar.” 

#Dica extra! 

Para garantir a diversidade, o RH pode utilizar ferramentas para manter controle da escolha dos currículos e mapeamento dos perfis em cada etapa do recrutamento. 

A solução de Recrutamento e Seleção da People by StarSoft te ajuda a ter uma visão 360º de todo o processo com um sistema que auxilia nas etapas de seleção, entrevistas e onboarding dos colaboradores. 

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